Queridos amigos. Criei um blog para contar nossa aventura pela Suiça e pela França. Ai está o link, temos muito o que contar, não deixe de fazer uma visitinha, ok? Ainda não está completo, mas guardem nos favoritos que breve será um belo guia de viagem para você visitar esses lugares maravilhosos. Um beijo
SU ANGELOTE POETANDO COM AS LETRAS De todas as farsas que me transformo prefiro a poetisa Que ama o desconhecido Acata o impossível E nunca teme o inevitável.
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quarta-feira, 9 de setembro de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
AGUARDEM O LANÇAMENTO DE GILDA
UM ROMANCE DE SU ANGELOTE E MARCOS TOLEDO
GILDA
A tarde caíra muito rapidamente. O cemitério do Caju no Rio de Janeiro já fora palco para muitas lágrimas de Gilda. Primeiramente perdera seu pai quando nem completara 10 anos. Fora uma morte súbita, deixando a pequena Gilda triste e desolada. Sempre fora apegada ao pai, um homem forte e determinado. Seu pai casara-se sem se formar academicamente, precisou de muito esforço para voltar a estudar depois do nascimento de Gilda e chegar a professor de Biologia da Universidade Federal do Estado do Rio de janeiro – UNIRIO.
Gilda sempre achava que seguiria a carreira de médica, por se ver sempre envolta a tantos livros de medicina. Mas seu pai se fora cedo demais, fazendo-a desistir de seus sonhos iniciais. Fora educada em bons colégios, mesmo sendo de família simples, sua mãe sabia a importância de um bom estudo. Valeria a pena gastar as economias deixadas pelo pai para a sua educação e sustento delas. Gilda crescera num ambiente solitário, não tinha irmãos e a saúde de sua mãe sempre fora bastante fraca. Aos 15 anos já era uma bela mulher. Alta, esbelta, cabelos pretos e longos, com lindos cachos em suas pontas. Seus olhos eram castanhos escuros, realçando com sua pele muito alva. Ela chamava atenção por onde passava. No colégio era a mais cogitada para peças de teatro e bailes. Todos os rapazes da escola sonhavam em um dia namorar aquela bela moça. Mas Gilda não tinha tempo para namorar, muito menos para ir a festas ou se integrar em peças teatrais da escola. Precisava estudar muito, pois prestaria vestibular para o curso de administração dali a dois anos.
Quando Gilda se formou sua mãe já se encontrava muito doente e dois meses depois veio a falecer de Falência Múltipla dos Órgãos. Daí então se tornou uma mulher solitária e determinada a ser alguém na vida. Sabia que uma mulher sozinha no mundo atual sofreria bastante discriminação, precisava se preparar para tal situação. Trabalhou arduamente todos esses anos de estudo. Fez muitos cursos sobre importação e exportação. Graduou-se e fez mestrado. Um dia, numa festa de aniversário de uma colega de trabalho, conhecera Renato, um homem maduro e estável financeiramente. Um advogado renomado do Rio de janeiro e com muitos escritórios fora do País. Namoraram apenas seis meses e resolveram casar-se. Gilda fora feliz por oito anos, quando descobriu que seu casamento era uma farsa, ao menos passou a ser a partir de então.
Gilda tinha trinta e três anos quando separou-se de seu marido. Saiu desse casamento onde a traição batera a sua porta. Vivia bem com Renato, um casamento sólido, sem problemas financeiros e uma relação afetiva normal sem muita paixão. Não tinham filhos devido a um problema de saúde de Gilda. Ela engravidara, mas, veio a perder o seu bebê quando estava com seis meses de gestação. Ora uma perda dura para ela, sempre sonhou em ser mãe. Daí então não mais tentou ter filhos. Renato era caseiro, um homem com suas rotinas. Gostava de jogar tênis, ir ao teatro e jantar fora. Quando ele começou a trair Gilda essa rotina mudou e o seu comportamento também. Passou a chegar tarde em casa, vivia de posse de seu celular, levava-o até para o banheiro. Quando tocava corria para atender e às vezes dizia ser um colega qualquer, saindo da presença dela. Como Gilda confiava nele, não estranhara esse seu comportamento. Mas ele próprio a fez começar a observá-lo, depois que o telefone tocou e ela por acaso atendeu e do outro lado alguém desligou. Gilda olhou o número, não reconheceu como sendo de algum amigo, ficou esperando para que tocasse outra vez, mas isso não aconteceu. Quando ela falou para Renato que o telefone tocara e alguém desligou, ele se desesperou e gritou com ela: - “Quem mandou você atender se o telefone não é seu?”. Ela ficou intrigada e a partir daí começou a observar o comportamento dele. Assim, acabou por descobrir que ele a traía com uma “secretária” do seu escritório.
Gilda mesmo com uma estabilidade financeira de fazer inveja a qualquer mulher da sociedade carioca, nunca deixou de trabalhar, sempre procurou estudar mais e se aprimorar no que mais gostava de fazer: Administrar. Por isso, não foi difícil para ela dar a volta por cima e seguir em frente como uma mulher divorciada. Comprou um apartamento e se mudou para outro bairro, muito distante de seu ex-marido. Jurou para si mesmo que nunca mais se casaria e nem se envolveria tão cedo com qualquer homem.
Mas o que Gilda não sabia era que o destino reservava muitas surpresas para ela.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
A ESTRÉIA DA PEÇA É AMANHÃ GENTEEE!!
A ESTRÉIA DA PEÇA É AMANHÃ GENTEEE!!
SIMPLESMENTE GINA... ESTALINHO NÃO VALE!
Estrelando:
Romulo Guerra
Flavinho Nunnes
e Janaína da Cunha.
Texto: Janaína da Cunha e Flavinho Nunnes.
Direção: Flavinho Nunnes
Produção: CIA TEATRAL PARATODOS
Convite na hora: 30,00
Idosos e Estudantes com Carteirinha: 15,00
Convite Antecipado com nome na lista: 15,00
Obs.: Nome na lista amiga até o dia 27/06/2009
Amigosssss!!!!!!!!!
Espero vocês em minha estréia no Teatro Paratodos , dia 04 de julho as 21h.
CONVITE VIP! ! Mandem o nome para mim até o dia 27/06/2009 para pagar meia entrada : R$ 15,00
Vale a pena! Vamos rir a vera!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Espetáculo: " Simplesmente Gina... Estalinho não vale! "
TEATRO PARATODOS
Av. Quintino Boacaiuva
Praia de São Francisco - Niterói
Shopping LIDO - 2º Piso
Tel.: (21) 3021-2429
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Cinema é a 7ª arte
Você conhece as outras seis ?
Sete é um número secreto, misterioso, cabalístico, utilizado através dos tempos para determinar a fortuna e o infortúnio, a sorte e o azar, a verdade e a mentira. Foi usado também como base para relacionar grandes marcos da vida humana, como as sete pirâmides, as sete catedrais, os sete samurais, os sete sábios da Grécia, os sete passos da Cruz, as sete maravilhas do mundo, etc.
Contrariando a praxe, as artes não foram classificadas em sete, mas sim em seis categorias: a dança, o teatro, a música, a literatura, a pintura e a escultura. Então, a esses seis destaques, o Século 20 acrescentou mais um, o cinema, que, a partir de então, passou a ser considerado a "Sétima Arte
EM BREVE NAS LIVRARIAS
PRÓLOGO
A sala de espera do apartamento duzentos e dois do Hospital Michael Reese estava silenciosa. Ninguém diria que se encontravam ali seis pessoas à espera de notícias de Anne.
Era uma espera de mais de 48 horas e o quadro não mudava. Os personagens ali silenciaram em seus mundos, pensando como tudo aquilo terminaria.
O pai de Anne nunca se imaginara estar ali naquele hospital, à espera de um diagnóstico médico para sua Anne, que sempre se mostrara uma menina e depois uma mulher bastante saudável. Era difícil de acreditar em tudo o que estava acontecendo.
No canto da sala encolhidos, estavam Alichia, Thomas, Samantha e Jones, os melhores amigos de Anne.
Sozinho, arriado no sofá, muito abatido e uma dor indescritível estampada em seu semblante, estava Noah, marido de Anne.
Faziam dois dias que Anne estava no CTI do hospital, num coma profundo e sem explicação médica. O pai dela estava muito abatido com toda a situação. Os amigos inseparáveis não entendiam o porquê de uma mulher saudável e feliz entrar num estado letárgico sem motivos aparentes e assim tão de repente.
Para Noah não fora assim tão de repente, sua esposa já vinha apresentando sinais de stress, uma falta de tranquilidade a olhos vistos.
Anne sempre fora ativa, alegre, brincalhona. Uma companhia querida por todos que viviam ao seu redor. Era considerada entre os amigos como a chave de passar momentos tranqüilos. Responsável e durona ao mesmo tempo, Anne nunca ficava mal humorada. Mas, ultimamente ela não vinha tendo paciência com as crianças, Noah vinha sentido sua mulher ausente, mesmo estando diante dele. Aquela situação era para ele sinônimo de sofrimento. Acostumou-se a deixar sua vida ser administrada por sua esposa. Todos os últimos acontecimentos só traziam angústia, por não saber o porquê de tudo.
Chicago é a terceira maior cidade dos Estados Unidos, situada as margens do Lago Michigan, no Estado de Illinois, região centro-oeste dos Estados Unidos. É também um importante centro cultural, não apenas por sua importante atividade editorial, mas também por abrigar numerosas universidades, bibliotecas e museus, sem se esquecer de sua inigualável tradição no jazz e blues. A cidade é reconhecida também por sua importância econômica, grandes arquiteturas e o vento congelante que sopra do lago, ficando conhecida como A Cidade dos Ventos. Enfim, Chicago é uma autêntica cidade americana, construída por imigrantes, mesclando uma variedade de culturas e ambientes.
Chicago é uma metrópole, mas com jeito de cidade pequena. O seu centro está muito longe da magnitude de Nova York ou mesmo de Los Angeles, em compensação, tem tudo que essas cidades têm de bom, e talvez um pouco mais.
Chicago é o suprassumo da cultura americana. De porto barrento Chicago se transformou numa cidade industrial e vibrante, com bairros animados e etnicamente variados. Descrita de forma infame pelo poeta Carl Sandburg como sendo o ‘açougueiro do mundo’, a exuberante Chicago dos anos 20 e da Grande Depressão dos anos 30 transformou-se em um mito maior que a vida. Foi nesse cenário magnânimo que nascera Anne Keer no dia 22 de fevereiro do ano de 1971. Seus olhos pareciam duas safiras azul piscina. Os cabelos loiros pareciam com os trigos plantados no campo. Era uma menina meiga e sensível.
Anne nascera de família rica, sempre tivera tudo que sonhara. Os avós de Anne deixaram seus pais com um bom patrimônio para levarem adiante; conseguiram sobreviver a Grande Depressão que durou até o ano de 1939. E assim, os pais de Anne, Amadeu e Eloá Hudson, conseguiram fazer uma pequena fortuna com a herança de seus pais, dando conforto para sua única filha.
Noah era o mais velho dos três filhos de Joseph e Carmen Keer, nasceu no dia 13 de agosto de 1970. Mesmo nascendo na mesma cidade que Anne, ele era de uma família tradicional, mas que não teve a mesma
sorte dos Hudson. Seus avós, comerciantes na cidade, deixaram algumas lojas de calçados para seus pais, onde toda família trabalhou até um certo tempo. No entanto, foram pegos de surpresa e faliram, fazendo com que partissem para um bairro mais pobre, para não perderem o que lhes sobrara.
Ergueram-se com dificuldades, indo morar na Comunidade de Hyde Park, a poucos quilômetros do centro de Chicago, na costa sul do Lago Michigan's. Hyde Park é uma região rica em museus, parques, restaurantes e excelentes livrarias, além de ser de fácil acesso às demais regiões da cidade através de transporte público. Joseph Keer cuidou para
dar uma boa educação e estudo aos filhos, mas tendo eles que continuarem trabalhando para ajudar em todas as despesas.
A espera pelos resultados dos exames a que Anne se submetera era dolorosa, deixando todos ali presentes impacientes e absortos. Noah ao mesmo tempo que pensava em sua adorada esposa, pensava também nos filhos que deixara em casa aos cuidados de Anita. Sabia que Cath, sua filha de 6 anos sentia a falta da mãe, muito mais que Claude de 3anos e Silvéster de menos de 1 ano, pois eram menores e não entendiam o que estava acontecendo com sua mãe.
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