Fazer Poemas
Trago os sonhos à realidade
Da solidão faço a vida
Do amor, faço minha felicidade
Trazendo a tona minha debilidade.
Pinto o mundo com minhas cores
Acredito nas mentiras que contas
Vôo pelo infinito
Deslumbro o verdadeiro no teu sorriso.
Beijo na boca
Corro atrás dos meus sonhos
Reconheço meus inimigos
Brigo com o desconhecido.
Escuto uma musica no fundo
Da minha vida estranha
Faço dela uma aventura
Juro todas as juras.
Quero ser amante,
Ser menina, ser mulher,
Quero apenas fazer poemas
Nas noites que me convier.
Pelo poema me faço criança
Carrego-me no colo
Ponho-me a ninar
Na minha vida, só quero sonhar!
SU ANGELOTE POETANDO COM AS LETRAS De todas as farsas que me transformo prefiro a poetisa Que ama o desconhecido Acata o impossível E nunca teme o inevitável.
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segunda-feira, 22 de junho de 2020
FAZER POEMAS
VOCÊ CHEGOU ASSIM
Você chegou assim.
Como uma manhã de verão
Você se chegou
Com cheiro de primavera
Sorrateiro, de mansinho.
Se adentrando em meus sonhos
Dando-me carinhos.
De mansinho você chegou
E me pôs de avesso
Deslumbrou-me, me enrolou
Decompôs-me, em atropelos.
Torturou meus dias
Minhas noites, minhas madrugadas.
Você chegou assim,
Suave como cetim,
Receptivo, desprevenido
Calmo, mais com pressa
Veio trazendo felicidade
Cumplicidade.
Você chegou como uma lua cheia
Salpicando minha vida de estrelas
Iluminando minhas noites
Clareando minha alma
Chegou cheio de desejos
Deixando o gosto de teus beijos.
Mas você se foi de mansinho
Sem sequer dizer adeus
Deixando as saudades que não matamos
O gosto do beijo que não beijamos
O cheiro que não sentimos
Deixando assim, só desejos!
Su Angelote
TUA TERNURA
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Tua ternura
São nossas mãos unidas
Nossos corpos abraçados
É sentir nossos momentos de prazer.
Tua ternura é ter-te
Nos momentos certos,
Dessa vida errada
Nos dias de chuva, nas noites calmas.
Tua ternura
É não saber do amanhã
Acreditar no hoje
Na união do prazer.
Tua ternura
É ver a vida diferente
Encontrar os caminhos da alegria
É dormir, e encontrar você.
Tua ternura
É sonhar de olhos abertos
É amar e sentir-se amada
É viver e não morrer!
Su Angelote
APRENDA A AMAR
Foi um tempo lindoQue ainda não passou,Foram momentos que jamais passarão...Ainda bem que conseguimosViver um após o outro.Foi sempre assim...Penetrando no seu mundo,Lentamente, gradualmenteE progressivamente.Sem pedir licença,Apenas acomodando meu universo junto ao seu.Quem viveu este momento entenderá...
São momentos mágicosOnde aprendemos a perdoarA aceitar as imperfeiçõesAs nossas limitaçõesFechar os olhos e imaginar!
Quem não viveu ainda,Deixe o amor fluir em sua vidaAprenda a amar,A descobrir o quanto você é importantePara alguém.O amor agradece por mais esta manifestação!
Su Angelote
domingo, 21 de junho de 2020
BOÊMIO ERRANTE
Boemia Carioca e trecho do poema Boêmio Errante.
UM POUCO DE MIM
O artista dos sentimentos, mesmo quando retrata aspectos
mais ousados do cotidiano, guia-se sempre pela imaginação para atingir o
objetivo da magia sugestiva.
Vivo em busca da harmonia da vida, da sutil engrenagem das
ficções breves e que, como recompensa, tento entrar e sair de diferentes mundos
imaginários, sem contudo deixar de vislumbrar o mais claro das relações
humanas: o descobrimento de uma realidade velada pelos telões da consciência.
Noto pelo correr de minhas anotações, que me tornei uma
mulher que percebeu em si mesma, um sentimento “novo” de amor, identificando-o como uma
manifestação da poesia da alma, poesia que fala da deriva dos sentimentos e,
cada um deles, com características próprias.
Minha manifestação poética depende de cada momento em que a
vida me impõe. É a arte particular e individual, que me deixa expressar de
maneira diversa.
Noto em meus poemas, uma expressão de unidade e multiplicidade,
fotografadas de maneira diversa e com feições próprias.
Reconheço ainda, a imposição de minha personalidade
explodindo em rebeldia aos padrões sociais impostos. Vejo meus poemas apontarem
para a ruptura com o pudorismo falso e superficial de alguns escritores, que
durante muito tempo, vem dominando a cena com suas histórias de mulheres
sofridas e com suas dramáticas cruéis, do homem como invasor do corpo da
mulher.
Desempenho, voluntariamente, uma função que outras
escritoras desdenharam e que tento preencher.
Buscar beleza passageira e fugaz da vida presente, o caráter
do que se pode chamar de obscenidade, buscar complementos para os vazios da
alma e do corpo mediante não só da beleza física, mas principalmente, mediante
talento de uma ordem mais rara.
Na verdade, não é para deleitar o leitor nem para
escandalizar, que coloco diante de seus olhos semelhantes imagens. O que torna
precioso a leitura de meus poemas e os inumeráveis pensamentos que despertam.
No entanto, na galeria imensa de tantos relatos, poemas e poesias, antevejo a
mulher carente, a mulher galante, a mulher errante, a mulher luxúria, a mulher
volúpia, mas vejo também, a mulher alma,
aquela que põe todo o seu engenho na construção do seu afeto.
Se dirigir o olhar ao horizonte, como animal, caçando, sinto
a mesma exaltação, a mesma distração indolente, outras vezes me vejo uma
espécie de boêmia errante nos confins de uma sociedade regular.
Frequentemente estranha, violenta, excessiva, mas sempre
poeticamente amante. Tentando pintar o sabor doce e amargo do vinho da vida.
sábado, 20 de junho de 2020
BIOGRAFIAS
Cora Coralina , pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, (Cidade de Goiás, 20 de agosto de 1889 — Goiânia, 10 de abril de 1985), é a grande poetisa do Estado de Goiás. Em 1903 já escrevia poemas sobre seu cotidiano, tendo criado, juntamente com duas amigas, em 1908, o jornal de poemas femininos "A Rosa". Em 1910, seu primeiro conto, "Tragédia na Roça", é publicado no "Anuário Histórico e Geográfico do Estado de Goiás", já com o pseudônimo de Cora Coralina. Em 1911 conhece o advogado divorciado Cantídio Tolentino Brêtas, com quem foge. Vai para Jaboticabal (SP), onde nascem seus seis filhos: Paraguaçu, Enéias, Cantídio, Jacintha, Ísis e Vicência. Seu marido a proíbe de integrar-se à Semana de Arte Moderna, a convite de Monteiro Lobato, em 1922. Em 1928 muda-se para São Paulo (SP). Em 1934, torna-se vendedora de livros da editora José Olimpio que, em 1965, lança seu primeiro livro, "O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais". Em 1976, é lançado "Meu Livro de Cordel", pela editora Cultura Goiana. Em 1980, Carlos Drummond de Andrade, como era de seu feitio, após ler alguns escritos da autora, manda-lhe uma carta elogiando seu trabalho, a qual, ao ser divulgada, desperta o interesse do público leitor e a faz ficar conhecida em todo o Brasil.
Sintam a admiração do poeta, manifestada em carta dirigida a Cora em 1983:
"Minha querida amiga Cora Coralina: Seu "Vintém de Cobre" é, para mim, moeda de ouro, e de um ouro que não sofre as oscilações do mercado. É poesia das mais diretas e comunicativas que já tenho lido e amado. Que riqueza de experiência humana, que sensibilidade especial e que lirismo identificado com as fontes da vida! Aninha hoje não nos pertence. É patrimônio de nós todos, que nascemos no Brasil e amamos a poesia ( ...)." Editado pela Universidade Federal de Goiás, em 1983, seu novo livro "Vintém de Cobre - Meias Confissões de Aninha", é muito bem recebido pela crítica e pelos amantes da poesia. Em 1984, torna-se a primeira mulher a receber o Prêmio Juca Pato, como intelectual do ano de 1983. Viveu 96 anos, teve seis filhos, quinze netos e 19 bisnetos, foi doceira e membro efetivo de diversas entidades culturais, tendo recebido o título de doutora "Honoris Causa" pela Universidade Federal de Goiás. No dia 10 de abril de 1985, falece em Goiânia. Seu corpo é velado na Igreja do Rosário, ao lado da Casa Velha da Ponte. "Estórias da Casa Velha da Ponte" é lançado pela Global Editora. Postumamente, foram lançados os livros infantis "Os Meninos Verdes", em 1986, e "A Moeda de Ouro que um Pato Comeu", em 1997, e "O Tesouro da Casa Velha da Ponte", em 1989.
Texto extraído do livro "Vintém de cobre - Meias confissões de Aninha", Global Editora — São Paulo, 2001, pág. 174.
CORA CORALINA veio a ser poeta já velha e depois da sua viuvez, com um casamento desastroso, um marido carrasco que nunca permitiu que ela fosse a mulher forte e capaz de tantas glórias.
Um dos poemas que eu mais gosto dessa apoeta brasileira é:
Assim eu vejo a vida
A vida tem duas faces:
Positiva e negativa
O passado foi duro
mas deixou o seu legado
Saber viver é a grande sabedoria
Que eu possa dignificar
Minha condição de mulher,
Aceitar suas limitações
E me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
Aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo
Aprendi a viver.
Cora Coralina
ERNEST HEMINGWAY
Ernest Hemingway nascido nos Estados Unidos da América em 21 de julho de 1899 foi parte da comunidade de escritores expatriados de Paris conhecidos como " a Geração Perdida"
Teve uma vida totalmente tumultuada, vários casamentos , divórcios e doenças.
Quase todos seus romances foram experiências vividas e na sua grande maioria foram feitos filmes em Hollywood.
Trabalhou como correspondente de guerra em Madrid durante a Guerra Civil Espanhola. Nessa ocasião escreveu "For whom the bell tolls" (Por Quem os Sinos Dobram)
- do romance:" Por quem os sinos dobram? " " Ele chora por todos nós". e nessa resposta colocada pelo autor no seu romance, ele pretende significar a unidade do
mundo, somos um todo e tudo que afeta uma das partes, afeta de um modo ou de outro , todos os demais. É um drama de guerra, encenado no cinema pela fantástica Ingrid Bergman e Gary Cooper nos papeis principais.
Durante a Segunda Guerra Mundial transferiu-se para Cuba, porém sua vida estava íntimamente ligada à Espanha. Foi toureiro amador e na Primeira Grande Guerra foi motorista de ambulância da Cruz Vermelha. Na Itália apaixonuou-se pela enfermeira
Agnes Kurowsky e daí surgiu seu romance, também de guerra e amor, " A Farwell to Arms" (Adeus às Armas) também filmado em Hollywood,
Hemingway foi contemporâneo de Ezra Pound, Scott Fitzgerald e Gertrude Stein.
No decorrer de sua vida tumultuada, turbulenta, foi se tornando uma pessoa emocionalmente instável.
Nos 62 anos já muito doente de hipertensão, diabetes, arteriosclerose, depressão e perda de memória, suicidou-se com a mesma arma que seu pai o havia feito, um fuzil de caça com um tiro na boca. em 2 de julho de 1961.
Todos os personagens de Hemingway defrontam-se com tragédias, como foi sua vida. A maioria de seus romances foram filmados com atores mais famosos da época - década de 50 a 60.
Principais obras:
- E Agora Brilha o Sol - Adeus As Armas - Por Quem Os Sinos Dobram - O Velho e o Mar e O Jardim de Eden.
Contos e Pequenas Histórias- (alguns também filmados.)
- A História de Três Poemas - Nosso Tempo - As Neves de Kilimanjaro (filme) entre muitos outros.
Bibliografia: Adventures in American Literature de John Gehlmann e Mary Rives Bowman
Sócrates
Fisicamente, era considerado feio, com seu nariz achatado, olhos esbugalhados, uma calva enorme, rosto pequeno, estômago saliente e uma longa barba crespa.
Casou-se com Xantipa e teve três filhos mas dizem que trabalhava apenas o necessário para que a família não viesse a perecer à fome. Tendo sido proclamado pelo oráculo de Delfos, como o mais sábio dos homens, Sócrates passou a se incumbir de converter os seus concidadãos à sabedoria e à virtude.
Considerava-se protegido por um "daimon" , gênio, demônio, espírito, cuja voz, afirmava, desde a infância, o aconselhava a se afastar do mal.
Não tinha propriamente uma escola, mas um círculo de familiares, discípulos com os quais se encontrava, de preferência , no ginásio do Liceu. Em verdade, onde quer que se encontrasse, na casa de amigos, no ginásio, na praça pública, interrogava os seus interlocutores a respeito das coisas que, por hipótese, deveriam saber, fossem eles um adolescente, um escravo, um futuro político, um militar, uma cortesã ou sofistas.
Desta forma, conclue que eles não sabem o que julgam saber e, o que é mais grave, não sabem que não sabem. Por sua vez, ele, Sócrates, não sabe mas sabe que não sabe. Era considerado um homem corajoso e de muita resistência física. Todos se recordavam de como ele, sozinho, enfrentara a histeria coletiva que se seguira à batalha naval de Arginusas, quando dez generais foram condenados à morte por não terem salvo soldados que estavam a se afogar.
Ele ensinava que a boa conduta era aquela controlada pelo espírito e que as virtudes consistiam na predominância da razão sobre os sentimentos. Introduziu a idéia de definir os termos, pois, "antes de se começar a falar, era preciso saber sobre o que é que se estava falando."
Para Sócrates, a virtude supõe o conhecimento racional do bem. Para fazer o bem, basta, portanto, conhecê-lo.
Todos os homens procuram a felicidade, quer dizer, o bem, e o vício não passa de ignorância, pois ninguém pode fazer o mal voluntariamente.
Foi denunciado como subversivo , por não acreditar nos deuses da cidade, e também corruptor da mocidade.
Não se sabe exatamente o que os seus acusadores pretendiam dizer, mas o certo é que os moços o amavam e o seguiam. O convite a pensar por si mesmos atraía os jovens e talvez fosse isso que temessem pais e políticos.
Ocorreu também que um dos seus discípulos, de nome Alcibíades, durante a guerra com Esparta tinha se passado para o lado do inimigo. Embora a culpa não fosse de Sócrates, pois a decisão fora pessoal, Atenas buscava culpados.
Foi julgado por um tribunal popular de 501 cidadãos e condenado à morte. Poderia ter recorrido da sentença e, com certeza, receber uma pena mais branda.
Entretanto, racional como era, afirmou aos discípulos que o visitaram na prisão: "Uma das coisas em que acredito é no reinado da lei. Bom cidadão, como eu tantas vezes vos tenho dito, é aquele que obedece às leis de sua cidade. As leis de Atenas condenaram-me à morte, e a inferência lógica é que, como bom cidadão, eu deva morrer."
É Platão quem descreve a morte do seu mestre, no diálogo Fédon.
Sócrates passou esta noite a discutir filosofia com seus jovens amigos.
O tema, "Haverá uma outra vida depois da morte?"
Embora fosse morrer em poucas horas, discutiu sem paixão sobre as probabilidades de uma vida futura, ouvindo mesmo as objeções dos discípulos que eram contrários à sua própria opinião.
Quando o carcereiro lhe apresentou a taça de veneno, em tom calmo e prático, Sócrates lhe disse: "Agora, você que entende dessas coisas, diga-me o que fazer." "Beba a cicuta, depois levante-se e passeie até sentir as pernas pesadas, respondeu o carcereiro. Então, deite-se, e o torpor subirá para o coração."
Sócrates a tudo obedeceu. Como os amigos chorassem e soluçassem muito, ele os censurou.
Seu último pensamento foi de uma pequena dívida que havia esquecido.
Afastou a coberta que lhe haviam colocado sobre o rosto e pediu: "Crito, devo um galo a Esculápio...Providencie para que a dívida seja paga." Fechou os olhos e cobriu novamente o rosto. Quando Crito tornou a lhe indagar se tinha outras recomendações a fazer, ele não mais respondeu. Havia penetrado o mundo dos espíritos. Era o ano 399 a .C.
Sócrates nada escreveu e sua doutrina somente nos chegou pelos escritos de seu discípulo Platão.
Ambos, mestre e discípulo, são considerados precursores da idéia cristã e do espiritismo, tendo o Codificador dedicado as páginas da introdução de O Evangelho segundo o Espiritismo para esse detalhamento.
O nome de Sócrates se encontra especialmente em Prolegômenos de O livro dos espíritos, logo após o de O espírito da verdade, seguido de Platão.
Ainda encontramos seus comentários aos itens 197 e 198 de O livro dos médiuns, no capítulo que trata dos médiuns especiais, demonstrando que o trabalhador verdadeiro não cessa suas atividades, embora a morte do corpo fisico e de que, afinal, somos verdadeiramente uma só e única família universal: espíritos e homens , envidando esforços para o atingimento da Perfeição.
Fonte: Enciclopédia Mirador Internacional, vol. 19; Grandes vidas, grandes obras , Seleções do Reader's Digest, 1968.
NOITE DE EMBRIAGUÊS
Do outro lado, tu teimas em me seduzir, me encantar.
A noite chega, com você e um vinho sob os braços
Prevendo uma noite de amantes, chuvas de gozos.
Seu olhar invade meu corpo, parando em meus seios
Sinto-me despida exibindo minha sensualidade
Taças de vinhos passam em nossas mãos
Sinto-me embriagada de tantos desejos.
Meus lábios sedentos lambidos por tua língua
O vinho me embebedando de amor, gemo baixinho.
Agora tu bebes em minha fenda úmida
Penetras bem fundo fico sem mundo.
NOSSA VIAGEM Á FRANÇA E SUIÇA
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A vida de uma mãe, desde os primórdios tempos, vem sendo narrada em prosas, versos, contos, livros de auto-ajuda, etc... Retratada por g...
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Talvez em meu mundo, sejas tu oh linda mulher, que meus olhos se encantam com sua beleza, e minha mente me leva aos desejos mais lindos e i...


