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segunda-feira, 15 de março de 2010

UM INIMIGO CHAMADO SOLIDÃO



Vida pérfida, coração sangrando...
Foi assim que terminei me encontrando, nessa tarde quente,
Espera insana, coração batendo, tanto tempo te querendo
E o mundo se esquivando, dos desejos que penetravam a carne.

Como doi o coração em chamas que clama teu nome, que pede
por desvaneios, que chora pelos teus beijos e não sabe os caminhos
que precisa percorrer para encontrar os teus carinhos.

Fui chamada para te buscar, mas teimo em não te encontrar, a solidão
já bate em minha porta, não terei mais como chamar o teu nome,
Morrer ou desvanescer, é assim que tenho que crer, matar para não morrer.

Solidão danada, que não deixa meu coração aquietar, nem mesmo te procurar.

Su Angelote, com o coração sofrido.
15-03-10

segunda-feira, 8 de março de 2010

MINHA HOMENAGEM AO DIA INTERNACIONAL DA MULHER



No corpo as marcas do tempo, no rosto a serenidade de uma vida cheia de lutas vencidas.
Não é fácil para a mulher madura, mãe, avó, viver a tortura do tempo na própria pele. Umas vivenciam tudo isso com humor, encarando  a vida como se cada minuto valesse a pena. Outras, tentam mostrar a sociedade que não envelheceu, que os anos não passaram por elas.
          Umas trazem marcas firmes do passado, não deixando o sol dos dias felizes penetrar na vida.  Outras, preferem a sabedoria de dizer sempre, que as tristezas se foram e apenas a felicidade do momento conta.

Quantas mulheres tem a sabedoria de saber acertar sempre, na hora de ser mãe, esposa, irmã, filha, amiga e até política.

Eu quero desejar a todas as mulheres do Brasil, muita força para todos os momentos. Quero desejar a mãe que tem seu filho internado ou no mundo das drogas, para acreditarem que o mundo é bom e que tudo tem conserto quando colocamos o socorro nas mãos de Deus.

Meu abraço carinhoso para todas as poetas, escritoras, amigas e filhas, Deus é por nós, somos sábias e sabemos disso.

PARABÉNS PARA NÓS!




terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

LOUCOS - SOMOS

      
  Somos - Estamos loucos!
Padrões existem para serem desafiados
Jamais negaremos nossa atração – ela existe
Nosso amor é um navio a deriva
Só a maré saberá aonde irá nos levar
Esperemos na certeza de nos levar
A beleza da paixão
Na cegueira consentida
queríamos ter o senso de direção dos cegos
A nos levar pelo caminho certo
Tormento é ver o tempo passar e não poder estar
A todo o momento lado a lado
A vida antiga passa em nossos pensamentos
E descobrimos que já vivemos momentos parecidos
Melhores ou piores
É coisa do amor e da própria vida

Amém

Marcos Toledo


segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

QUE AMOR É ESSE?




Paixão errante que diz amar-me
Mas ao meu coração lança
Emoções rasantes
Perjuras farsantes
Noites Inbriantes
Dias inconstantes.

Paixão ligeira sem eira nem beira
Maldição certeira
Espalha os segredos,
Agonizante me deixa
Mota como brasa ria
Deixas apenas cinzas sem esperança.

Paixão solitária, incondicional
Trazes-me luxúria, pecado
jogas-me na cara o rasgado
De um amor ultrapassado
Traído, envenenado
Perdido, sem retrato.

Paixão ilusória, que sempre me manda embora
Vadia, me deixo ficar
Em noites sem luar
Imaginando m dia se apaixonar
Mas paixão carente és impertinente
Inconsequente, demente, mas presente!

Su Angelote
Poema extraído do livro ERÓTIKA da autora

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

CAVALEIRO ERRANTE





Cavalgando pelo tempo e pela vida
Tu buscas a perfeição incontida
Tua alma se impacienta, clama
És errante, mas não farsante.

Em tempos de lua tu és carícia
Nas chuvas o cobertor
No sol escaldante és ternura
Mas no fundo, és o AMOR!

Amor futurista e não realista
Corista és benfazejo
Se pretenderes crescer já fizeste
Mas para Deus és o eterno

Quando se conscientizares da vida
Talvez ela já tenha sido vivida
Mas o sonhador não percebe o tempo
Apenas cria o seu torpor

Na grandeza de tua alma
Acreditas: ÉS VENCEDOR!!!


E O SONHO FOI...





Foi um dia de amor
Que tua alma se achegou
Deslumbrante como a vida
Tudo em mim Despertou!

Despertou o meu lado feminino
Despertou a serenidade do destino
Mostrou que um dia tu vieste
Para engrandecer a família.

Quão linda é a natureza do tempo
Que mostrou em tuas atitudes
A magnitude das ações
E o poder do perdão.

Saibas que és imperfeita
Mas também tu és magnata
Serás a paz da nossa eternidade
E em tudo a tranquilidade.

Su Angelote


NUDEZ SERENA



NUDEZ SERENA


Alma que chora, sente dor
Tenta ultrapassar as barreiras do sofrimento
Escaldantes são as areias do tempo perdido
Em busca da efêmera sapiência

Torturas de um corpo inerte
Pedinte, não consegue esmolar
Traz agonia, retrato sofrido
De um dia que teima em não passar.

Na serenidade do dia seguinte
M’alma clama por tua presença
Acalantos em um corpo nu e frio
Perjúrio, solidão, quem sabe desamor.

E nos pássaros feridos do outono
A vida diz que os erros são irrefutáveis
Qual o tempo das violetas mortas
Nas janelas do meu passado.

Su Angelote

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009


Já montou sua árvore???




Trouxe uma pra você!!!











Paz

União

Alegrias

Esperanças

Amor.Sucesso

RealizaçõesLuz

RespeitoHarmonia

Saúde Solidariedade

Felicidade Humildade

ConfraternizaçãoPureza

Amizade Sabedoria.Perdão

IgualdadeLiberdade.Boa - Sorte

SinceridadeEstima.Fraternidade

EquilíbrioDignidadeBenevolência

FéBondade.Paciência. Gratidão



Força

TenacidadeProsperidade



Reconhecimento


"A CIÊNCIA CAIU NA GANDAIA!






Mais uma notícia bomba:
'Cerveja faz bem aos ossos'.

Três grandes notícias
abalaram o planeta!

Primeiro:

'Masturbação evita
câncer da próstata'.

Ou seja, mãos à obra!

Ops, mão à cobra!

Então, quando você se tranca no

banheiro com a 'Playboy',

não é mais masturbação,

é manutenção!

Depois saiu esta:
Pizza evita câncer de estômago'.

E agora esta:
`Cerveja faz bem aos ossos'.
Nunca foi tão fácil cuidar da saúde:
punheta, pizza e cerveja!".

Falta só falar que TV faz bem pra vista!!
Já Imaginou, sentado num sofa, tocando uma,
comendo pizza, tomando uma gelada
e vendo filme pornô.

Pra que academia????

José Simões

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

POETA OU POETISA?

Eu sempre me intitulei poeta, desde que assisti um debate de escritores sobre a questão. Pesquisando mais encontrei essa premissa que me deu ainda mais ênfase para continuar usando o termo "poeta".

A língua e os seus usos nem sempre primam por explicações lógicas. No caso em apreço, eu diria que a explicação é sociológica, ou melhor, sociolingu[ü]ística.


Como a consulente refere, as gramáticas indicam, como feminino de poeta, poetisa, pelo que não há, do ponto de vista meramente gramatical, qualquer razão para se atribuir ao vocábulo poeta uma cara(c)terística que a gramática lhe não consagra, ou seja, a de ser uniforme quanto ao gé[ê]nero.

Todavia, algumas mulheres com veia poética reconhecida intitulam-se a si próprias poetas. Inclui-se nesse grupo Sophia de Mello Breyner Andresen, falecida no dia 2 de Julho de 2004. Para Sophia, poetisa não era verdadeiramente a forma feminina de poeta, pois atribuía às mulheres um estatuto de menoridade face aos homens com idêntica a(c)tividade. Se consultarmos os dicionários, nada há de explícito que confirme um sentido depreciativo associado à palavra poetisa. Vejamos no entanto o que se diz em cada um dos verbetes no dicionário da Academia:

Poeta […] Escritor cuja forma de expressão literária é o verso.

Poetisa […] Mulher que escreve poesia...

Poderá esta definição ser problemática? Não sei. O que é verdade é que neste Verão marcado pela perda de Sophia de Mello Breyner Andresen, talvez em sua homenagem, muitos jornalistas preferiram usar o termo poeta como uniforme. O que acontecerá a seguir? A sociedade e o uso ditarão se a palavra poetisa se perde ou se ganha sentidos diversos do que hoje lhe é, ainda, reconhecido.

O feminino de poeta sempre tinha sido poetisa; contudo, essa forma adquiriu uma conotação pejorativa, por lembrar aquele tipo de senhora que se veste espalhafatosamente e participa das reuniões dessas dezenas de "academias femininas de letras" que brotaram como flores silvestres por todo o território nacional na primeira metade do século XX. Na sua santa ingenuidade, ao criarem essas instituições femininas paralelas, estavam simplesmente reforçando a crença chauvinista de que as "verdadeiras" academias eram privilégio dos homens.
Por causa disso, alguns críticos e intelectuais, ao falar de alguém do quilate de uma Cecília Meirelles, por exemplo, começaram a dizer: "É uma grande poeta!". A moda pegou no meio literário e acadêmico: o vocábulo passou a ser usado por muitos como se fosse um comum de dois (aqueles substantivos como atleta, artista, estudante, jovem, etc., que têm uma só forma para os dois gêneros, mas se distinguem pelo artigo). Hoje, portanto, podemos escolher entre as duas formas de feminino: ou usamos poetisa, ou simplesmente poeta.

ANIVERSÁRIO DE JULIA