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sábado, 20 de junho de 2020

BIOGRAFIAS

CORA CORALINA

Cora Coralina , pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, (Cidade de Goiás, 20 de agosto de 1889 — Goiânia, 10 de abril de 1985), é a grande poetisa do Estado de Goiás. Em 1903 já escrevia poemas sobre seu cotidiano, tendo criado, juntamente com duas amigas, em 1908, o jornal de poemas femininos "A Rosa". Em 1910, seu primeiro conto, "Tragédia na Roça", é publicado no "Anuário Histórico e Geográfico do Estado de Goiás", já com o pseudônimo de Cora Coralina. Em 1911 conhece o advogado divorciado Cantídio Tolentino Brêtas, com quem foge. Vai para Jaboticabal (SP), onde nascem seus seis filhos: Paraguaçu, Enéias, Cantídio, Jacintha, Ísis e Vicência. Seu marido a proíbe de integrar-se à Semana de Arte Moderna, a convite de Monteiro Lobato, em 1922. Em 1928 muda-se para São Paulo (SP). Em 1934, torna-se vendedora de livros da editora José Olimpio que, em 1965, lança seu primeiro livro, "O Poema dos Becos de Goiás e Estórias Mais". Em 1976, é lançado "Meu Livro de Cordel", pela editora Cultura Goiana. Em 1980, Carlos Drummond de Andrade, como era de seu feitio, após ler alguns escritos da autora, manda-lhe uma carta elogiando seu trabalho, a qual, ao ser divulgada, desperta o interesse do público leitor e a faz ficar conhecida em todo o Brasil.

Sintam a admiração do poeta, manifestada em carta dirigida a Cora em 1983:

"Minha querida amiga Cora Coralina: Seu "Vintém de Cobre" é, para mim, moeda de ouro, e de um ouro que não sofre as oscilações do mercado. É poesia das mais diretas e comunicativas que já tenho lido e amado. Que riqueza de experiência humana, que sensibilidade especial e que lirismo identificado com as fontes da vida! Aninha hoje não nos pertence. É patrimônio de nós todos, que nascemos no Brasil e amamos a poesia ( ...)." Editado pela Universidade Federal de Goiás, em 1983, seu novo livro "Vintém de Cobre - Meias Confissões de Aninha", é muito bem recebido pela crítica e pelos amantes da poesia. Em 1984, torna-se a primeira mulher a receber o Prêmio Juca Pato, como intelectual do ano de 1983. Viveu 96 anos, teve seis filhos, quinze netos e 19 bisnetos, foi doceira e membro efetivo de diversas entidades culturais, tendo recebido o título de doutora "Honoris Causa" pela Universidade Federal de Goiás. No dia 10 de abril de 1985, falece em Goiânia. Seu corpo é velado na Igreja do Rosário, ao lado da Casa Velha da Ponte. "Estórias da Casa Velha da Ponte" é lançado pela Global Editora. Postumamente, foram lançados os livros infantis "Os Meninos Verdes", em 1986, e "A Moeda de Ouro que um Pato Comeu", em 1997, e "O Tesouro da Casa Velha da Ponte", em 1989.
Texto extraído do livro "Vintém de cobre - Meias confissões de Aninha", Global Editora — São Paulo, 2001, pág. 174.

CORA CORALINA  veio a ser poeta já velha e depois da sua viuvez, com um casamento desastroso, um marido carrasco que nunca permitiu que ela fosse a mulher forte e capaz de tantas glórias.

Um dos poemas que eu mais gosto dessa apoeta brasileira é:

Assim eu vejo a vida

A vida tem duas faces:
Positiva e negativa
O passado foi duro
mas deixou o seu legado
Saber viver é a grande sabedoria
Que eu possa dignificar
Minha condição de mulher,
Aceitar suas limitações
E me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
Aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo
Aprendi a viver.

Cora Coralina


ERNEST HEMINGWAY

Ernest Hemingway nascido nos Estados Unidos da América em 21 de julho de 1899 foi parte da comunidade de escritores expatriados de Paris conhecidos como " a Geração Perdida"
Teve uma vida totalmente tumultuada, vários casamentos , divórcios e doenças.
Quase todos seus romances foram experiências vividas e na sua grande maioria foram feitos filmes em Hollywood.
Trabalhou como correspondente de guerra em Madrid durante a Guerra Civil Espanhola. Nessa ocasião escreveu "For whom the bell tolls" (Por Quem os Sinos Dobram)
- do romance:" Por quem os sinos dobram? " " Ele chora por todos nós". e nessa resposta colocada pelo autor no seu romance, ele pretende significar a unidade do
mundo, somos um todo e tudo que afeta uma das partes, afeta de um modo ou de outro , todos os demais. É um drama de guerra, encenado no cinema pela fantástica Ingrid Bergman e Gary Cooper nos papeis principais.

Durante a Segunda Guerra Mundial transferiu-se para Cuba, porém sua vida estava íntimamente ligada à Espanha. Foi toureiro amador e na Primeira Grande Guerra foi motorista de ambulância da Cruz Vermelha. Na Itália apaixonuou-se pela enfermeira

Agnes Kurowsky e daí surgiu seu romance, também de guerra e amor, " A Farwell to Arms" (Adeus às Armas) também filmado em Hollywood,
Hemingway foi contemporâneo de Ezra Pound, Scott Fitzgerald e Gertrude Stein.
No decorrer de sua vida tumultuada, turbulenta, foi se tornando uma pessoa emocionalmente instável.
Nos 62 anos já muito doente de hipertensão, diabetes, arteriosclerose, depressão e perda de memória, suicidou-se com a mesma arma que seu pai o havia feito, um fuzil de caça com um tiro na boca. em 2 de julho de 1961.
Todos os personagens de Hemingway defrontam-se com tragédias, como foi sua vida. A maioria de seus romances foram filmados com atores mais famosos da época - década de 50 a 60.

Principais obras:

- E Agora Brilha o Sol - Adeus As Armas - Por Quem Os Sinos Dobram - O Velho e o Mar e O Jardim de Eden.
Contos e Pequenas Histórias- (alguns também filmados.)

- A História de Três Poemas - Nosso Tempo - As Neves de Kilimanjaro (filme) entre muitos outros.

Bibliografia: Adventures in American Literature de John Gehlmann e Mary Rives Bowman

Sócrates 
Seu nome em grego é Sokrátes. Sua cidade natal foi Atenas, no ano de 469 a.C., tendo nascido filho de um escultor, de nome Sofronisco e de uma parteira, Fenarete.


Fisicamente, era considerado feio, com seu nariz achatado, olhos esbugalhados, uma calva enorme, rosto pequeno, estômago saliente e uma longa barba crespa. 

Casou-se com Xantipa e teve três filhos mas dizem que trabalhava apenas o necessário para que a família não viesse a perecer à fome. Tendo sido proclamado pelo oráculo de Delfos, como o mais sábio dos homens, Sócrates passou a se incumbir de converter os seus concidadãos à sabedoria e à virtude. 

Considerava-se protegido por um "daimon" , gênio, demônio, espírito, cuja voz, afirmava, desde a infância, o aconselhava a se afastar do mal. 

Não tinha propriamente uma escola, mas um círculo de familiares, discípulos com os quais se encontrava, de preferência , no ginásio do Liceu. Em verdade, onde quer que se encontrasse, na casa de amigos, no ginásio, na praça pública, interrogava os seus interlocutores a respeito das coisas que, por hipótese, deveriam saber, fossem eles um adolescente, um escravo, um futuro político, um militar, uma cortesã ou sofistas. 

Desta forma, conclue que eles não sabem o que julgam saber e, o que é mais grave, não sabem que não sabem. Por sua vez, ele, Sócrates, não sabe mas sabe que não sabe. Era considerado um homem corajoso e de muita resistência física. Todos se recordavam de como ele, sozinho, enfrentara a histeria coletiva que se seguira à batalha naval de Arginusas, quando dez generais foram condenados à morte por não terem salvo soldados que estavam a se afogar. 

Ele ensinava que a boa conduta era aquela controlada pelo espírito e que as virtudes consistiam na predominância da razão sobre os sentimentos. Introduziu a idéia de definir os termos, pois, "antes de se começar a falar, era preciso saber sobre o que é que se estava falando." 

Para Sócrates, a virtude supõe o conhecimento racional do bem. Para fazer o bem, basta, portanto, conhecê-lo. 

Todos os homens procuram a felicidade, quer dizer, o bem, e o vício não passa de ignorância, pois ninguém pode fazer o mal voluntariamente. 

Foi denunciado como subversivo , por não acreditar nos deuses da cidade, e também corruptor da mocidade. 

Não se sabe exatamente o que os seus acusadores pretendiam dizer, mas o certo é que os moços o amavam e o seguiam. O convite a pensar por si mesmos atraía os jovens e talvez fosse isso que temessem pais e políticos. 

Ocorreu também que um dos seus discípulos, de nome Alcibíades, durante a guerra com Esparta tinha se passado para o lado do inimigo. Embora a culpa não fosse de Sócrates, pois a decisão fora pessoal, Atenas buscava culpados. 

Foi julgado por um tribunal popular de 501 cidadãos e condenado à morte. Poderia ter recorrido da sentença e, com certeza, receber uma pena mais branda. 

Entretanto, racional como era, afirmou aos discípulos que o visitaram na prisão: "Uma das coisas em que acredito é no reinado da lei. Bom cidadão, como eu tantas vezes vos tenho dito, é aquele que obedece às leis de sua cidade. As leis de Atenas condenaram-me à morte, e a inferência lógica é que, como bom cidadão, eu deva morrer." 

É Platão quem descreve a morte do seu mestre, no diálogo Fédon. 

Sócrates passou esta noite a discutir filosofia com seus jovens amigos. 

O tema, "Haverá uma outra vida depois da morte?" 

Embora fosse morrer em poucas horas, discutiu sem paixão sobre as probabilidades de uma vida futura, ouvindo mesmo as objeções dos discípulos que eram contrários à sua própria opinião. 

Quando o carcereiro lhe apresentou a taça de veneno, em tom calmo e prático, Sócrates lhe disse: "Agora, você que entende dessas coisas, diga-me o que fazer." "Beba a cicuta, depois levante-se e passeie até sentir as pernas pesadas, respondeu o carcereiro. Então, deite-se, e o torpor subirá para o coração." 

Sócrates a tudo obedeceu. Como os amigos chorassem e soluçassem muito, ele os censurou. 

Seu último pensamento foi de uma pequena dívida que havia esquecido. 

Afastou a coberta que lhe haviam colocado sobre o rosto e pediu: "Crito, devo um galo a Esculápio...Providencie para que a dívida seja paga." Fechou os olhos e cobriu novamente o rosto. Quando Crito tornou a lhe indagar se tinha outras recomendações a fazer, ele não mais respondeu. Havia penetrado o mundo dos espíritos. Era o ano 399 a .C. 

Sócrates nada escreveu e sua doutrina somente nos chegou pelos escritos de seu discípulo Platão. 

Ambos, mestre e discípulo, são considerados precursores da idéia cristã e do espiritismo, tendo o Codificador dedicado as páginas da introdução de O Evangelho segundo o Espiritismo para esse detalhamento. 

O nome de Sócrates se encontra especialmente em Prolegômenos de O livro dos espíritos, logo após o de O espírito da verdade, seguido de Platão. 

Ainda encontramos seus comentários aos itens 197 e 198 de O livro dos médiuns, no capítulo que trata dos médiuns especiais, demonstrando que o trabalhador verdadeiro não cessa suas atividades, embora a morte do corpo fisico e de que, afinal, somos verdadeiramente uma só e única família universal: espíritos e homens , envidando esforços para o atingimento da Perfeição. 

Fonte: Enciclopédia Mirador Internacional, vol. 19; Grandes vidas, grandes obras , Seleções do Reader's Digest, 1968. 

NOITE DE EMBRIAGUÊS



Fim de tarde, o desespero do telefone a me chamar.
Do outro lado, tu teimas em me seduzir, me encantar.
A noite chega, com você e um vinho sob os braços
Prevendo uma noite de amantes, chuvas de gozos.

Seu olhar invade meu corpo, parando em meus seios
Sinto-me despida exibindo minha sensualidade
Taças de vinhos passam em nossas mãos
Sinto-me embriagada de tantos desejos.

Meus lábios sedentos lambidos por tua língua
O vinho me embebedando de amor, gemo baixinho.
Agora tu bebes em minha fenda úmida
Penetras bem fundo fico sem mundo.

NOSSA VIAGEM Á FRANÇA E SUIÇA

Amigos queridos. abri um blog contando nossa viagem pela frança e Suiça. Gostaria de participar com vocês nossa aventura. O link é http://suedinda.blogspot.com/.
Conto com sua presença. Eu recomendo a viagem maravilhosa que fizemos.
Beijos
Um pedacinho de Paris para vocês.

LOUCA





Louca, sim sou louca!


Amando-te a cada poema que faço

Com desejos loucos de querer-te

Pegar-te, me encostar

E te deixar se adentrar...



Onde a nossa imaginação alcançar

Venha, sonhemos, vamos vaguear

Descobrir os nossos destinos

Enrolar nossas vidas

Nos tatuar na paixão e na sedução.



Venha, me encontre, me rasgue as roupas!

Comova-me, me faça sorrir

Inebrie-me e me deixe exaurida

Nas ondas de tua praia

Nas entrelinhas de nossas vidas.



Venha, lambe todo meu corpo

Toca todo os meus sentidos

Busca-me pelo desconhecido

Leva-me ao êxtase final

Do amor louco e total.



Quero morrer sendo louca

Mas louca de desejos

E nas minhas loucuras descobrir

Que a insanidade é a melhor arma

Para descobrir que minha loucura é você



Direitos Autorais Reservados ® Poema Registrado








terça-feira, 16 de junho de 2020

BUSCA

                          
Busco o efêmero da vida em tua vida
No fugaz momento no ato do amor vulgar
O artista e o mundo despindo-se do pudor
Retratando a natureza morta que está em ti.

Quero deixar-te sem antes te encontrar na vida
Rodear o mundo sem precisar partir ainda
Cair na tentação do infinito poder das emoções
Explorar teu espírito, tua alma, em vagas reações.

Trago para o presente, antigas emoções do passado.
Tatuagens tangentes a um mundo ilusório
Onde aprendi a desejar o fruto do pecado
Na certeza de ter você sempre ao meu lado.
 
Su Angelote
 

APENAS NÓS

                           
Nos meus seios te aconchego
Sacio-te a fome, tiras minha seiva
Transforma-me em fogo vivo
Explode-me em desejos ardentes.

Uma paixão lascívia invade meu corpo
Seus carinhos me fazem arder
O fulgor de nossos corpos traduz
A excitação nessa hora de tanto prazer.

Na intimidade que nossas almas adormecem
Somos dois grávidos parindo estrelas
Somos mariposas em busca de luzes
Amantes eternos, em busca do etéreo.

Ofereço-te o néctar, meu doce mel
Prova, lambe, mordisca, come,
Podes vir, é tudo seu nesse momento
Estarei aqui até o dia amanhecer.

À noite, a lua, as estrelas
São companheiras, nos esconde,
Nos mostra a dura realidade
Que não estamos em nossas camas.
 
Su Angelote
 

QUERIA TER

 
                        
 
 
Queria ter a vaidade dos anjos
A loucura dos cientistas
A nobreza dos reis
A inquietude dos amantes.

Queria ter a virtude da virgem
A clareza da luz
A imaginação da criança
Os sonhos do poeta.

Queria ter a velocidade do vento
A pigmentação do oceano
O brilho das estrelas
A cumplicidade da lua.

Queria ter as marcas do passado
As surpresas do futuro
A dignidade das mães
A dureza dos diamantes.

Queria ter você sempre ao meu lado
A certeza de um amor certo
A regalia de nunca te perder
A esperteza de sempre te ter.
Su Angelote





segunda-feira, 15 de junho de 2020

SINTA-ME

 
 
 
 
Sinta uma brisa leve tocar você
Sou eu chegando em seus pensamentos
Sinta minhas mãos procurando você
Sou eu te tocando.
Sinta minha boca a tocar a sua boca
Sou eu te beijando
Sinta minha língua quente passando em seu sexo
Sou eu te acariciando.
 
Deixe esse gozo sair prazerosamente de dentro de você.
Eu estou em ti, te amando
Sinta que estou com você
Somos nós dois nos amando
Feche os olhos e juntos vamos mergulhar
Nesse mundo de prazer, de luxúrias,
De paixões, onde há somente espaço
Para dois corpos ardentes
Loucos pra viver um grande amor.
 
Su Angelote

APENAS HOJE

 

 
 
A lua hoje não brilhou em minha janela
As estrelas estão apagadas no firmamento
Uma chuva fina teima em cair
E você não está aqui para me aquecer.
 
Um fogo arde dentro de mim
Ando assim tão carente
Louca por teus beijos ardentes
Tecendo pensamentos indecentes.
 
Os lençóis clamam por ti
No ar um gemido enlouquecido
Tanto prazer, tanto amor pra te dar
Vem, vem depressa me amar.
 
No mundo estranho em que vivo
Entorpecida de desejos mudos
Em pensamento te beijo, te arranho
Nessa loucura percebo o quanto já te amo!
 
Su Angelote

MENINO

 

 
                                                             Menino vadio, cheio de ousadia
Transpira amor, derrete em harmonia
Menino jeitoso, amigo, companheiro
Vens-me cativando a cada dia.

Menino sem juízo, travesso, displicente
Menino pirado, roubou meu coração
Agora tens meu único tesouro
Tens minha vida em tuas mãos.

Desejo-te menino levado, ousado
Na minha cama, és grande, atirado
Sabes ousar com as mãos com maestria
Deixando no meu corpo o sabor do pecado.

Venha meu menino, meu homem
Faça-me mulher, me descubra, me desnude
Transfira para mim todo seu orgasmo
Na penumbra da noite, bem devagar.

Su Angelote

Poema ainda não publicado, mas registradonos direitos autorais Ecad

SE UM DIA


 
 
Se algum dia me deixares
E teu coração pedir para voltar
Não se faças de arrogante, volte
Deixe a vida caminhar!
 
Se um dia me deixares
E sentires falta do meu cheiro
Volte, não se abandone
Nessa vida de mistérios.
 
Se um dia me deixares
Mas tua boca teima em ter a minha
Não me ligue, me implorando
Apenas venha, me aqueça!
 
Se um dia me deixares
E teu corpo solicitar o meu
Volta depressa, estou queimando
De tanta vontade de ter o teu!
 
Se um dia me deixares
Saiba que enlouqueceres
Não conquistaremos outros corpos
Não viveremos outra paixão.
 
Su Angelote, poema ainda não publicado mas registrado nos Direitos Autorais do eCAD